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Votação no site da entidade: o cartão incorporado e por que ele é só leitura

Como colar o cartão da votação no site do condomínio ou no portal do sindicato, o que ele mostra em votação restrita e por que o voto acontece fora do quadro.

O edital saiu, o link da votação foi para o grupo do prédio e três dias depois metade dos moradores pergunta onde vota. O link afundou na rolagem. Quem cuida do site do condomínio ou do portal do sindicato já resolveu isso para outras coisas: o aviso mora numa página fixa, no lugar onde as pessoas sabem procurar. A votação pode morar lá também, como um cartão que mostra o estado atual e leva para a cédula com um clique. O Votari chama isso de votação incorporada, e funciona em qualquer plano.

O que o cartão mostra

O cartão incorporado é um quadro estreito que você cola numa página do seu site. Dentro dele aparecem o título da votação, o aviso de que ela está aberta ou de que já saiu o resultado final, e um botão que abre a votação de verdade em outra aba. Quando a votação é aberta e os resultados estão liberados para o público, as barras com o placar aparecem ali mesmo, atualizadas a cada carregamento.

Quem usa marca própria no plano Pro vê o cartão com o nome e a cor da entidade, do mesmo jeito que a página da votação.

Onde pegar o código

Abra a votação no painel e vá em compartilhar. O cartão de incorporação traz uma linha de código pronta, com um botão de copiar ao lado. Você cola essa linha no editor do seu site, no ponto da página onde o cartão deve aparecer. Qualquer CMS aceita, de WordPress a construtor de site de administradora. Antes de publicar, use o link de pré-visualização para ver o cartão isolado, do tamanho que ele vai ocupar.

A largura acompanha o espaço disponível, com um teto para não esticar demais em tela grande. A altura vem fixa em 420 pixels na linha sugerida, e você muda esse número se a sua página pedir outro formato.

Dentro do quadro ninguém vota, e isso é de propósito

Essa é a parte que merece explicação, porque parece limitação e é decisão de segurança.

Um quadro incorporado pode ser posicionado por quem controla a página de fora. Existe um golpe clássico que explora isso: o atacante coloca o quadro invisível sob um botão atraente, a vítima pensa que está clicando em outra coisa e na verdade aciona o que estava escondido. Por isso o Votari recusa ser enquadrado em todas as páginas do sistema, com uma exceção única: o cartão de leitura. Lá não existe nada para acionar por engano. Nenhum voto é registrado, nenhuma configuração muda, nenhum script roda dentro do quadro. O botão só abre a votação na sua própria página, onde a identificação do eleitor acontece com a barra de endereço à vista.

Essa separação também protege quem vota. Se a cédula abrisse embutida num site de terceiro, o eleitor não teria como saber em que endereço está digitando o código que recebeu. Ele veria o conteúdo do Votari dentro de um site que não é o Votari. Para uma deliberação que precisa resistir a questionamento, isso é um preço alto por economizar um clique. O assunto aparece com mais detalhe no guia sobre votação online segura.

Votação restrita não vaza pelo cartão

O cartão trata o visitante como anônimo, porque é o que ele é. A regra de visibilidade do resultado é exatamente a mesma da página pública da votação, aplicada a quem ainda não votou. Então uma votação restrita a uma lista de e-mails não mostra opção nem placar no cartão: mostra que existe uma votação, mostra o estado dela e manda a pessoa para a página onde a aptidão é conferida.

Isso tem uma consequência prática que vale planejar antes. Se você configurou o resultado para aparecer só depois do encerramento, o cartão no site vai ficar semanas anunciando uma votação sem placar. Para assembleia interna isso é o certo. Para consulta pública de bairro, em que o número subindo é parte do convite, prefira liberar o resultado durante a votação.

Onde o cartão rende mais

  • Site de administradora com vários condomínios. Cada prédio tem sua página, cada página tem o cartão da votação daquele prédio. O morador entra onde já entra para ver boletos e encontra a assembleia ali.
  • Portal de sindicato durante eleição. A chapa registrada, o calendário e o cartão da votação na mesma página reduzem o número de telefonemas para a secretaria.
  • Consulta pública de associação de moradores. Votação aberta, resultado liberado, cartão na home. Quem passa pelo site vê o andamento sem precisar de link.
  • Página de transparência de cooperativa ou ONG. Depois do encerramento, o cartão fica como registro do que foi decidido, apontando para a ata.

Antes de publicar, confira quatro coisas

  • O endereço da votação. Se você usa domínio ou subdomínio próprio, o código copiado já vem com ele. Trocar o endereço depois exige atualizar o cartão no site.
  • A regra do resultado. Decida antes se o placar aparece durante ou só no fim, porque é isso que o cartão vai refletir.
  • A data de encerramento. Votação encerrada continua com o cartão no ar, agora mostrando resultado final. Isso é útil, e ninguém quer descobrir por acidente.
  • O caminho do eleitor. Clique no botão do seu próprio cartão, no celular, como se você fosse um morador. O percurso inteiro, do site à cédula, leva poucos segundos ou tem um tropeço que você precisa conhecer antes dos outros.

O cartão não substitui a convocação. Ele não tem data, não tem ordem do dia, não cumpre prazo de edital e não serve como prova de que alguém foi chamado. A convocação continua saindo pelo canal que a sua convenção ou o seu estatuto determina, com tudo o que a regra do edital exige. O cartão resolve outro problema, menor e chato: o de o link se perder depois.

Deixe a votação onde as pessoas já olham

Quem organiza assembleia gasta energia convencendo gente a comparecer. Parte dessa energia vai embora em atrito de navegação, que é o tipo de perda que ninguém registra na ata. Colocar o cartão na página que o associado já visita devolve um pouco disso. Veja o que cada plano inclui em preços, ou crie sua conta e deixe a próxima votação visível no site da sua entidade desde o primeiro dia.

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